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Como Deduzir os quilómetros como Freelancer

os quilómetros está entre as deduções mais negligenciadas pelos freelancers — tipicamente dedutível a €0.30–0.50/km, e ainda assim metade dos trabalhadores independentes ou salta a dedução ou documenta-a tão mal que é reclassificada em auditoria. Eis como fazer bem em 2026.

Porque os quilómetros é dedutível

A autoridade tributária aceita esta dedução quando a despesa é necessária à atividade profissional, devidamente documentada e proporcional ao uso de negócio real. A regra aplica-se em quase todos os países europeus, com variações nacionais sobre a percentagem e o limite.

O documento necessário

Guarde um diário de bordo com data, percurso, km e motivo. Uma linha de extrato bancário não basta — o auditor quer o documento original com comerciante, valor, data e idealmente justificação profissional. Digitalize no próprio dia; os recibos em papel desbotam em meses.

O erro mais comum

O principal gatilho de reclassificação é estimar quilómetros no final do ano em vez de registar cada viagem. Na maioria dos casos é um erro de boa-fé, mas o fisco não distingue — a dedução cai e seguem-se liquidações adicionais com juros.

A dica pro

A maioria dos países usa uma tabela quilométrica fixa (tipicamente 0,30 a 0,50 € por km) em vez de combustível detalhado. A armadilha: o diário tem de ser mantido em tempo real — entradas reconstruídas no final do ano podem ser rejeitadas em auditoria.

Como o SnapCost automatiza isto

Digitalize o recibo com o telemóvel, a IA extrai comerciante, valor e IVA, e atribui a categoria certa com um toque. O SnapCost guarda a imagem original junto aos dados, por isso tem sempre a prova exigida pelo fisco — sem remexer numa caixa de sapatos.